quinta-feira, 20 de maio de 2021

Que Eu Mude, Mesmo Que O Mundo Não!

Hoje, é sobre mim... Caso em observações anteriores, não tenha ficado explícita, essa minha curiosidade sobre o meu eterno desejo em saber como, expressar-Me sobre o "quem" sou, sem que seja eu, foco de extremos autodesconhecimentos de cada um, que me "promova" à "alvo" de "tiro certeiro" à prazer (alívio), momentâneo de descarregar suas desconhecidas e possíveis dores sobre esse simples "aprendedor de si", que sou...

Esse "tal" de "politicamente ódio" que se expande ante a tantas faltas de argumentos...

Isto posto, venéro esse extasiante momento onde as dores, não são capazes de me tornar um ser sem sentimentos de coerência. Onde meus vazios, não me dominam ao extremo de que apenas eu possuo "dores" e essas, sejam motivo para que eu me cegue ante à "aos tantos" que também as possui...

Hoje, esse "dia de cada vez", torna-se-Me um  "me sentir Grato", não há como dizer à alguém, "gratidão"... Jamais me sentiria, agradecedor, individualmente, ao ser à quem desejo agradecer... 

"Grato"! 

Bem mais pessoal e diretamente focado ao propiciador de situação a ser agradecida!

Entendo os "vícios de linguagem" e as linguagens "viciantes"... "Viciei-me" em dizer "grato" em agradecimento... Expurguei-me o "obrigado", do "tanto" que já o fui...


Davi Rodrigues


Imagem: Infelizmente, existem muitas imagens, ainda, publicadas na "web", sem referência quanto a quem produziu... 


Obs.: Extremamente, ficarei feliz, em referenciar, o/a autor/a, desta imagem, que coube tão bem, em meu texto.

E principalmente, pedir sua autorização...


#observando 

#minhaspequenasobservacoessobre

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Sarjeta


Prestes a atravessar a rua, percebo uma senhorinha com dificuldade em descer da calçada para o asfalto. Altíssimo esse degrau de guia. Sarjeta miserável! 
Com a cautela de não aprensentar-me como ladrão, aproximo-me. 
- Posso ajudar?
Em movimentos lentos, ela olha para mim e diz:
-Deus lhe abençoe.
Incondicionalmente a auxiliei.

Davi Rodrigues

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Encarcerado


Às vezes me sinto infeliz...

Nada grave, quanto ao que me desconhecem.
Porém, Muito grave quanto ao que me desconheço...


Davi Rodrigues

Dor É Sempre Dor!


E se eu lhe perguntar:
Qual é a pior dor?
Provavelmente, diria-me ser a que já vivenciou e odiou ter vivido.
Mesmo com relatos de dores "piores" que a sua.
Pois eu lhe digo... A pior dor, é a que se sente, no momento em que se sente...

Davi Rodrigues

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Tempo Para...


Para quem não tem tempo, dê tempo ao tempo.

Para quem tempo lhe sobra, divida-o com quem não o têm.
Para quem tem respostas, aguarde perguntas. Essas existem até para sobras, dos que as têm.
Para quem tem perguntas, não as queiram sanadas em imediato. Essas, sempre serão apenas tentativas de alguém que lhe gosta, identificar o que lhe levou à questionar...

Davi Rodrigues

terça-feira, 20 de abril de 2021

Cumplicidade

Às vezes é só a questão que nos questionamos infinitamente quanto à nós mesmos. Não há uma resposta sempre pronta a nos esperar quando as necessidades nos vêm. Necessitamos e buscamos. Automaticamente por instinto de sobrevivência. 

Para alguns o processo é mais rápido, para outros mais demorado.

Há horas que parecem segundos e segundos que demoram mais que horas, a se passarem nesse processo de aprendizado que a vida nos propicia.

Mas não dá uma segurança maior, quando podemos contar com alguém que participe desse processo, mesmo não tendo resposta imediata para nossa questão?


Davi Rodrigues

terça-feira, 13 de abril de 2021

Era Uma Vez?


De repente eis um tempo, onde o "Era uma vez" se tornou esquecido quanto ao sentido do que queria se dizer.
Era uma vez, em que uma grande novidade começaria a ser contada...
O sonho do contador da história, em passar adiante,  ao ouvinte, algo em que sentiu-se identificado e ao mesmo tempo, forma em se transmitir seus valores com palavras já escritas, ditas e aceitas por uma grande maioria, onde também gostaria de ser pertencente, sem que o que pensasse, pudesse se tornar estranho ao ouvinte.
Quem quer ser excluído do todo, por pensar diferente e não saber expor em forma entendível e se sentir "inferior" e que isso não é uma tentativa egoísta de se tornar superior, mas apenas por crer em uma igualdade de respeito entre pessoas diferentes?
Era uma vez, uma criança que aprendeu a falar bola, ao invés do "papai" ou "mamãe", tão incentivado pelos pais.
Era uma vez, um gato xadrez, que defecou na boca de alguém!
Era uma vez, em que tudo era mais simples, sem as interpelações de um medo constante em não poder se expor que aprendeu uma palavra nova à cada dia, uma expressão nova em cada mês e um novo idioma a cada ano, que deu mais sentido à vida! 
E mesmo que ninguém entenda, não será própria culpa encarnada, quem nem dispensa tempo qualquer em não querer aprender novo significado. 
Mais fácil "queimar em fogueira", como na inquisição! Ou qualquer método de se anular o "novo", ante à ignorância que se tem...
Era uma vez, em que eu sofria por não saber quem eu era.
É uma vez, essa do agora, em que somo o que "era", ao que identifico como "foi". Sem medo algum em pertencer ao "era uma vez...", de quem após mim, venha refletir em seu próprio tempo, o tempo em que se "era uma vez", em relação à mim...


Davi Rodrigues

sábado, 10 de abril de 2021

Achado E Perdido


 

Tem muito coraçãozinho bom, passando-se por mau!

Ora seja pela forma que é  visto pelo outro, hora por suas próprias autodefesas de não saber lidar com os tantos conselhos alheios, hora por nem identificarem o bem que carregam em si, por essência de que se é feito todo ser humano.

O mais comum, tem sido na atualidade, essa tal de "dessensibilição"!

Eita palavrinha trava-língua!

Trava-mente!

Trava-bom senso...

Para um cara sensível como eu, perder essa sensibilidade, seria algo muito cruel...

Não consigo deixar de sentir dor ao ouvir sobre dor. Não consigo deixar de me emocionar com emoções alheias.

Creio que as coisas que mais estão fora de meu alcance, resolver, são as que mais me sensibilizam.

Uma sensação de impotência,  tão grande, surge e deixa-me tão mal, que fico desoladamente um ser que não sou eu...

Sinto-me em um "achados e perdidos" da vida, aguardando que o "reclamante" venha me encontrar e dizer à quê pertenço...



Davi Rodrigues

terça-feira, 30 de março de 2021

Sou, Alma!!!


Não me lembro ter me emocionado tanto, desde Up Altas  Aventuras! (tudo bem que emotividade é meu "sobrenome"... Rss).

Que filme heim?!! Esse "tal" de Soul!

Incontestável a evolução gráfica! PIXAR é top!

Cresceu também, a adultificacão não só em roteiro quanto em temática. Já se foi há muito, o tempo em que desenho era apenas para crianças! 

O que começou como incentivo para que os pais não se entediassem enquanto filhos se divertiam, parece que se inverteu em certo sentido!

Observando a reação nas salas de cinema (pré pandemia), não era raro observar-se pais, com aqueles mesmos olhares fascinados de suas remotas infâncias... Mais compenetrados que o de seus filhos.

A expressão desenho "adulto", com certeza já está há tempos, repensada e identificada para além da conotação "sexual" de algumas décadas atrás...

Quando o "diferente" de nós,  apresenta-se como estranho, creio que se é a melhor hora de observamos o quanto a evolução conquistada hoje em dia, deve tributos aos que não temeram "o" evidenciar.

Desde os primórdios do "ratinho" a pilotar manualmente o mecânico  barco à vapor ao verdadeiro "transatlântico" digitalizado que se tornou o fantástico mundo de Mickey. O ir ao cinema, tornou-se uma verdadeira sessão de divã. 

Do desenho animado pintado manualmente à animação computadorizada e pós produções incríveis!

Nossas crianças amadurecem rapidamente, de "vento em popa", tanto quanto as novidades tecnológicas...

Missões e propósitos, abrindo caminho para auto reflexões/reavaliações de seus caminhos nesse processo maravilhoso que se é lidar com esse presente com que o Universo nos presenteou: A Vida!

Levando em conta o princípio de que Deus, ao criar o homem, soprou-lhe as narinas e o tornou Alma (ser vivente), junção do Espírito e matéria, Soul (alma no inglês), trouxe-me essa representatividade da responsabilidade em lidar com esse "presente" denominado Vida! Não em uma forma de individualização do "mim mesmo" apenas para mim, mas para um "eu" que pratica a ação, na amplitude com que somos presenteados no desenvolvimento dos relacionamentos intrapessoais sendo partilhados com o todo.

Um grande "Viva!" à Walt Disney, que ousou levar à "telona", todos os seus propósitos, assumindo-os como missão em nos presentear com essa maravilhosa arte de sonhar juntos! 

Resumindo meu "react"... Transformado!

Ainda não assistiu a Soul?

Prepare as emoções, a pipoca, reflexões e delicie-se com toda sua Alma!



Davi Rodrigues
 

quarta-feira, 3 de março de 2021

Passividade...


 

Oi "amiguinhes", "linguigem" "niutri", "di" "tribilhe" "pri" "escrivir"!
Hahahaha!
Já estou aprimorando a linguagem "neutra"(?), que já não se apresenta, tão neutra assim...
Tô velho demais pra isso...
A busca do entendimento, parece estar em mesmo período entre a descoberta do fogo e sua utilização prática...
Nesse caso, entre o curso de datilografia que cursei e o "touch screen" que requer bem e muito Mesmo, menor esforço para que as letras sejam "impressas"...
O momento de fala, hoje se resume mais à não se dizer nada, que tentar dizer qualquer coisa apenas para fazer parte de algo que não seja tão torturantemente solitário...
Como expressar a dor que se sente, ante tantas vertentes de observações crônicas, que de  repente, possam se encaixar na visão do interlocutor, como estar-se sendo vitimista.
Simples assim... A pior dor, sempre é a de quem sente! A pior dor, sempre será a que se é sentida no momento em que ocorre.
Um interlocutor sem o devido desejo autruista em ouvir, acaba sempre por medir sua própria dor e a apresentar como tendo sido pior do que a de quem se está ouvindo...
"Minha dor, sempre será pior do que a sua, apartir do momento em que já aprendi a superá-la". Mas isso jamais, deveria ser motivo para que eu tenha resposta imediata de que deva agir o "assim como eu fiz", como agente solucionador do desabafo/confiança alheia...
Como tanto já me senti medíocre,  ao ouvir alguém que em determinado momento, apenas confiou em mim, poder expressar suas dores, ter eu o "ver-me responsável e primordial solucionador de tal dificuldade", apenas pelo fato de que o indivíduo procurou a mim... Que grande egoísta e pretenso fui... Troquei o maravilhoso pilar de Real mudança, pela mera e tão vulgar necessidade de estar em evidência...
-Vitimista? 
-Neutro!

Davi Rodrigues 


Continuo crendo ser terrivelmente perigosa, essa  ação de cobrar porsuposição, o que pode ser a dor que o outro sente, sem ao menos consultá...