Como me invejo quanto ao tempo em que nem me preocupava com o que significava inveja.
Quando foi que me tornei um déspota suposto esclarecido?
Onde apenas o que me importasse, seria de uma importância à um todo e nem tinha ouvido a palavra "déspota " e tornei-me apontador de erros e dono de razões...
Invejo-me quanto ao que se era real sentido em mim, onde não havia insensatez à ponto de me sentir doído quanto ao que simplesmente era tão feliz ser vivido... Sem que tantas reticências fossem necessárias para se abreviar o tanto que se é necessário para para que essa minha breve abreviação, não se delongue além de minha síntese quanto à que reflito.
Tornei-me déspota!
Ante ao quanto desejei que não fosse embora de minha alegria e de a querer participar com todos para simplesmente sermos felizes juntos, sem essa "adultificação" tão complexa à individualizações tão mesquinhas a satisfações tão maquinadas e vazias sobre um todo tão individualista...
Que déspota sou eu?...
Davi Rodrigues

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Grato Sempre, por sua atenção e carinho que lhe trouxe até aqui!!!