Em uma releitura pessoal sobre esse clássico que ainda continua sendo atual em peso de crítica e reflexão, percebi o quão maravilhoso o cinema pode ser, relevando roteiros admiráveis e os traduzindo de forma simples ao expectador.
Houve tempo, em que realmente cheguei a crer que "tudo que reluz" fosse realmente "ouro"! Aquele "brilho", "brilhante", tão intenso de que a felicidade não era o que sou e sim o que eu possuísse...
Houve esse tempo... Em que que nao havia diferença, entre o possuir por estar-se intrínseco em mim e a torpe necessidade de posse por se ter mais poder sobre qualquer um que não fosse eu...
O conclusivo à que cheguei, foi que, o "habitate" em que vivemos, só é responsável pelo todo, enquanto por praticidade, não querermos nada além do que nos for cômodo.
Esse pensamento, para mim é o "sangue", para além dos glóbulos vermelhos e brilho de "diamantes" em tentativas sedutoras de que um anel seja proposta perfeita para um futuro, em um pedido de "casamento", sem que se veja o Amor sangrar nesse momento...
Davi Rodrigues

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Grato Sempre, por sua atenção e carinho que lhe trouxe até aqui!!!