segunda-feira, 26 de julho de 2021

Continuo crendo ser terrivelmente perigosa, essa  ação de cobrar porsuposição, o que pode ser a dor que o outro sente, sem ao menos consultá-lo... Tornando-se assim, erro o que julgamos individualmente, o ser, apenas por desconhecimento ou não aceitação de nossas próprias ignorâncias...


Davi Rodrigues

Egoismo°


Ter me descoberto um machista abusivo em relacionamentos afetivos, foi um choque!!!

Em tanto que me achava pleno conhecedor de mim, cheguei à conclusão que não me sabia nada!

Não havia nada em mim que justificasse a preponderante ação de que apenas o que eu pensasse a respeito seria o ideal para que o mundo não sofresse. Que visão unilateral!

Não conseguia perceber o grande pedido de socorro a que meu inconsciente se empenhava intermitentemente...

O quanto meus relacionamentos se baseavam apenas na dependência da dependência do que o outro desejava...

"Eureka!", descobri a codependencia!!!

Depender de dependências do outro para suprir as minhas...

Meu conceito de egoísmo "caiu por terra"... 

Pensei que se eu pensasse em mim antes do outro, seria de um egoísmo sem igual! Pensei mal... Era apenas um pensamento tentando me unir a tantos pensamentos estipulados antes mesmo de eu nascer, que havia parado de pensar por mim mesmo...

Não havia alguém disposto ou preparado (ao menos a meu alcance consciente), para me ajudar a pensar em melhor forma sobre as questões que eu lhes apresentava...

Não havia Google para que amplificasse meu desejo por aprender... Nem bibliotecas que não me passassem informações pré impostas, sem a opção de que eu poderia pensar por mim mesmo, sem medo da cobrança do que pensavam os "antigos", quanto ao que poderia ser mudado quanto a possibilidades do se melhorar.

Optei ser o egoísta que nunca fui.

Daquele momento em diante, não aceitaria mais, não me perdoar pelos erros que foram me apontados em minha plena ignorância!

Optei crer que o presente sempre é o momento certo para se mudar!

Aprendendo quem sou dia à dia, não mais me questiono ao que desejo que me façam nem ao que poderia eu fazer. Mas simplesmente ao que podemos em mesmo respeito, um ao outro, não nos distanciar-mos tanto, quanto à  intolerâncias que a ignorância nos precede...


Davi Rodrigues

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Além Da Sexta Linha


Em mais uma pequena observação, não consigo deixar de observar o quanto ainda, observamos mais ao outro que a nós mesmos, mais como motivo de nos definirmos apenas pelo fato de que o outro possa estar cometendo "erros" tão maiores, que os nossos se minimizam ante tal situação e nos conforte ao fato que erramos também, independente de observações alheias... Penso que a dor maior provém dessa dificuldade de nos libertarmos do que já nascemos impostos a aceitar e nos confunde ao passo em que nos desvencilhamos do imposto, quanto a questionarmos o erro que isso significa quanto ao que só gostaríamos "ser paz"...

O quanto não se conseguem, segundo a estudos, ler-se apartir da sexta linha de um texto escrito. 

Adequo-me a essa suposta "nova geração" ou as alerto do quão danoso se torna deixarmos para ontem, o que nem sabemos ser propício para um amanhã, ou ainda, as apenas convido para essa reflexão?

Onde se encaixa nossa própria opinião, com certezas tão absolutas quanto ao que vemos como certo para nós, sem que isso esbarre na mesma certeza de que o outro tem de também o estar para si?...

Tenho optado cada vez mais, em buscar referências similares entre mim e o meu interlocutor. Sendo mais brando quanto a ser mais certo ou errado. Tenho mais obtido encontros que desencontros. Isso me agrada e me torna mais feliz. Não apenas por um eu individual, mas muito pleno a um bem conjunto. Não há como eu não ser feliz sendo com alguém! Há apenas infelicidade, quando não tenho alguém que se entristece com minha fala e me repudia por me pensar invasivo (curioso), sobre sua privacidade, quando o que mais divido, é podermos ser apenas nós mesmos... Sem que esse fato deturpe tal valioso bem que se é em si...

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Selfie

 



Tenho Temores...

Alguns poucos medos...

Tenho desejos...

Muitos antes até que as necessidades...

E pelo que vejo, muito ainda me falta, mais quanto a identificações pessoal ao que me impede das pessoais resoluções por me impedir não as questionar de outros, além de a mim mesmo...

Como é difícil esse tal pensar do que ouço sobre ¨próximo como a si mesmo¨, ao ver  tantos o proferir e tão distantes, de o realmente querer concretizar em atitudes, mais que em falas...

Falta-me essa ¨self¨* em meu celular...

 

Davi Rodrigues

 

*Self:

substantivo masculino

Psicanálise

- sentimento difuso da unidade da personalidade (suas atitudes e predisposições de comportamento).

- indivíduo, tal como se revela e se conhece, representado em sua própria consciência.

 

Ao Desconhecido De Mim, Que Recomendo Ao Próximo

Quando ouço alguém me dizer o quanto eu poderia ser melhor quanto ao que sou, não consigo deixar de me preocupar no quanto isso possa ser, um imenso pedido para que eu observe o quão necessitado está de tal melhoria em si mesmo, quem me propicia tal observação...

 

Davi Rodrigues

 

Somando-se a proposta do, ¨à que veio¨, no que li em fontes confiáveis diretamente dos produtores em fase de divulgação de nova produção, ao que ouvi e tentando não manipular sentimentos alheios em meio aos meus saudosismos crônicos sobre um passado que ¨nos¨ leva à quase sempre, medíocre afirmação de que o ¨antigamente/no meu tempo era melhor¨ e ainda buscando esse equilíbrio ante ao que não se deva resistir quanto ao novo, sem ao menos dar uma chance para o que desconhecemos apenas por ser diferente do que já estamos acostumados (e muitas vezes acomodados), nos reserve novidades salvadoras quanto a ¨nossos¨ próprios egos, entreguei-me à essa aventura.

Decepção, nenhuma! Vislumbre de um ¨até que enfim, alguém está propondo em filmes, algo que os desenhos tentaram até as animações (por evolução), conquistaram!¨

Hoje, os desenhos/animações, conseguiram captar pais e filhos em relação à atenção, não só ao exposto comercialmente na tela. Os pais que levavam minha geração ao cinema (isso quando tinham condições de), para ¨ver desenhos¨, acabavam entediados por histórias que eram surreais quanto ao elo entre pais e filhos e quanto à seus próprios desejos de verem a novidade...

Creio que estejamos vivendo mesmo processo de mudança tempo todo, porém, com informações além do que se era possível com tanta rapidez, naquela época de Branca De Neve do Disney, sem referência dos Grimm.

E por falar em referências, que nesse filme transbordam (para além de trilha sonora impecável!), encantou-me a quantidade quase que absurda, nessa trilogia em que comecei a ver hoje e já aguardo sequência!

Vejo possibilidades! No sentido de que os pais em mesma idade que a minha e pai que não sou, consigam encontrar similaridades com seus filhos hoje adolescentes, como hoje me vejo adulto (que sou), às similaridades entre as crianças de minha infância, tentando ainda hoje, proximidade com seus pais...

 

Davi Rodrigues

Continuo crendo ser terrivelmente perigosa, essa  ação de cobrar porsuposição, o que pode ser a dor que o outro sente, sem ao menos consultá...